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Fotoetnografia Quilombola: um olhar “de perto e de dentro” da Comunidade Quilombola Ribeira do Jambuaçu


(Prêmio Proex Arte e Cultura - 2024)

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Coordenado pela doutoranda Beatriz Aviz, o projeto teve como objetivo realizar incursões fotoetnográficas na Comunidade Quilombola Ribeira do Jambu-Açu, a fim de registrar o cotidiano dos moradores, suas relações socioculturais, seus saberes e fazeres materializados em suas criações. Buscou-se, ainda, retratar as relações existentes entre natureza e cultura, a partir das interconexões entre humanos e não humanos.

As incursões fotoetnográficas foram realizadas na sede da Associação Quilombola Oxóssi da Comunidade Ribeira. As atividades ocorreram em oficinas abertas aos moradores de todas as idades. Pela manhã, houve momento teórico, com o facilitador Sandro Barbosa, que apresentou conceitos e técnicas fotográficas. À tarde, ocorreu a saída fotoetnográfica, quando os moradores registraram seus olhares sobre o cotidiano, relações de trabalho e familiares, processos de sociabilidade e relações com os recursos naturais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No retorno para sede, coletivamente, os participantes avaliaram e selecionaram as imagens seriam expostas na exposição.

Como resultado, temos uma produção artística carregada de sentido social que proporciona aos moradores o sentimento de pertença e de empoderamento, atributos necessários para a defesa de seus territórios, recursos naturais e modos de vida. Os registros fotoetnográficos tiveram diferentes perspectivas, isto é, as fotografias das ambiências da Ribeira são resultantes de visões da coordenação, dos bolsistas e voluntários do projeto (de longe e de fora) e, sobretudo, dos atores locais (de perto e de dentro). As diferentes perspectivas: de longe e de fora, de perto e de dentro, foram utilizadas em conformidade com José Guilherme Magnani (2005, p. 17), “um olhar de perto e de dentro [é] capaz de identificar, descrever e refletir sobre aspectos excluídos da perspectiva daqueles enfoques que, para efeito de contraste, qualifiquei como de fora e de longe”.

Em novembro, para celebrar o dia da Consciência Negra, os registros imagéticos foram expostos no evento de todas as comunidades quilombolas de Jambuaçu, que ocorreu na comunidade São Manoel. Com danças. musicas, artesanato e expressões da cultura ancestral.

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EXPOSIÇÃO VIRTUAL

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